Pessoas passeavam, corriam, caminhavam, mas pouco sabíamos sobre elas. Qualquer um pode passar desapercebido no meio da multidão, parecer apenas mais um, indo para qualquer lugar, a qualquer hora. Contudo, se puséssemos o foco em cima de um cidadão, escolhido ao acaso, veríamos algo mais do que somente uma vida qualquer. Veríamos uma pessoa que tem passado, presente e futuro, uma história fascinante a qual renderia um belo filme, se bem contada. Jorge Furtado, Clarisse Linspector souberam retratar bem isso. Eles entenderam como se faz uma história ser bela: basta ser bem conta, pois toda história tem seu encanto, tem seu prestígio, tem seu valor.
Não sou fã de ninguém. Apenas, admiro bons trabalhos.
quinta-feira, 11 de outubro de 2007
terça-feira, 2 de outubro de 2007
Apelação

Na cidade onde todos se conhecem
Muitos querem se esconder
Viver deixa de ser um puro prazer
Tenho muito a contar
E nada a esconder
Mas o pesar é afirmar
Que pouco sei sobre o viver
Poesia me faz viver
Lembrar me faz sofrer
Passado não se brinca
Só se deve esquecer
Tenho muito a contar
Muita a história do viver
Pena ser tudo tão triste
A realidade do não saber
A vida parece simples
Mas a simplicidade é pura metáfora da vida
Poucos podem entender
Tenho muito a contar
Pouco para quem dizer
Tenho medo só de pensar
Que nunca o poderei fazer
A doença é coisa mais triste
De uma vida sem viver
Nem tudo é para ter sentido
Sentido sempre há ter
Uns podem achar
Que suas vidas tem sentido
E outros, querem esquecer
O que separa as castas não são meros cidadãos
São pensadores, pensamentos e ocasião
Mal sabem eles, que somos todos irmãos
Farinha do mesmo saco
O judeu, o alemão
Poesia rica? Eu, não.
Poesia criativa? Orkut é inspiração.
Muitos querem se esconder
Viver deixa de ser um puro prazer
Tenho muito a contar
E nada a esconder
Mas o pesar é afirmar
Que pouco sei sobre o viver
Poesia me faz viver
Lembrar me faz sofrer
Passado não se brinca
Só se deve esquecer
Tenho muito a contar
Muita a história do viver
Pena ser tudo tão triste
A realidade do não saber
A vida parece simples
Mas a simplicidade é pura metáfora da vida
Poucos podem entender
Tenho muito a contar
Pouco para quem dizer
Tenho medo só de pensar
Que nunca o poderei fazer
A doença é coisa mais triste
De uma vida sem viver
Nem tudo é para ter sentido
Sentido sempre há ter
Uns podem achar
Que suas vidas tem sentido
E outros, querem esquecer
O que separa as castas não são meros cidadãos
São pensadores, pensamentos e ocasião
Mal sabem eles, que somos todos irmãos
Farinha do mesmo saco
O judeu, o alemão
Poesia rica? Eu, não.
Poesia criativa? Orkut é inspiração.
Na cidade onde todos se conhecem
Muitos querem se esconder
Viver deixa de ser um puro prazer
Tenho muito a contar
E nada a esconder
Mas o pesar é afirmar
Que pouco sei sobre o viver
Poesia me faz viver
Lembrar me faz sofrer
Passado não se brinca
Só se deve esquecer
Tenho muito a contar
Muita a história do viver
Pena ser tudo tão triste
A realidade do não saber
A vida parece simples
Mas a simplicidade é pura metáfora da vida
Poucos podem entender
Tenho muito a contar
Pouco para quem dizer
Tenho medo só de pensar
Que nunca o poderei fazer
A doença é coisa mais triste
De uma vida sem viver
Nem tudo é para ter sentido
Sentido sempre há ter
Uns podem achar
Que suas vidas tem sentido
E outros, querem esquecer
O que separa as castas não são meros cidadãos
São pensadores, pensamentos e ocasisão
Mal sabem eles, que somos todos irmãos
Farinha do mesmo saco
O judeu, o alemão
Poesia rica? Eu, não.
Poesia criativa? Orkut é inspiração.
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